Estamos voltando…..

Olá pessoal acredito que voltaremos a postar, sob nova direção!

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Encerramento do Blog, queria que fosse o fim da Wizards também!

Olá pessoal, compartilho a tristeza do Marcelo, não só pelo fim da 4a. edição mas, principalmente, pelo jeito como tratam nosso tão querido Dungeons & Dragons. Não gosto de falar mal, nem criticar nenhum jogo, empresa ou qualquer outra coisa, sempre procuro entender o que ocorre até que não sobre mais nada para me agarrar. Vamos ver o histórico: As minis D&D, lançadas pela Wizards para ser um jogo tático de miniaturas teve suas regras mudadas e numa versão 2.0 você simplesmente deveria deixar mais da metade de suas minis como objetos de decoração, o que visava criar “espaços” em suas warbands para novas aquisições, cerca de 8 meses depois desta brilhante idéia, simplesmente, a Wizards encerra o lançamento de novas coleções. Mas isso foi apenas com as Minis. O pai e mãe de todos RPG’s o famoso e aclamado D&D cai na mão da Wizards, o que fazem, depois de lançarem uma terceira edição, pouco tempo depois já reescrevem e relançam como “Ahhh essa é uma edição melhorada – era a 3.5! Depois vem uma 4a. edição, não vamos entrar no mérito de sistemas, MMo ou não, essa iria revolucionar, massss, depois de alguns meses vem algo como Essentials, mais leve, para iniciantes, mas só teriam x livros. Hoje essa edição tem 3x livros…e então depois de reafirmarem que não haveria uma 5a. edição…lançam essa nova (que sinceramente não faço questão de lembrar o nome – mas olhaaaa…não é uma quinta edição!!!! O que me deixa triste, é ver o que fazem com o D&D, algo sagrado para os RPGístas, acho que depois de 20 anos de mestre nesse jogo e perto dos 40 posso falar isso…E o que me revolta é essa empresa, que de forma dissimulada, enganadora trata seus clientes como imbecís – oras…não fiquem escondendo o jogo, não usem de artimanhas para venderem e renovar as entradas de capital…vocês devem estar pensando…comprou porque quis, sim eu também penso isso, eu assinei o D&D insider e pirataria nem pensar, queria ver o jogo evoluir, mas o que fizeram? O Livro do jogador hoje está praticamente inutilizável…Bom, são vários outros exemplos que poderia falar, mas, estou voltando a jogar Dungeons & Dragons básico, parece loucura e insensatez, o máximo que chegaremos é adotar algumas coisas do Rules Cyclopedia, vou jogar algo feito pelo e para o prazer do RPG…e quem não quiser que busque outra mesa. (esse post foi retirado de uma resposta ao blog Notícias da 3a. Terra, grande incentivador do D&D)

Abraços a todos e obrigado pelas quase 10.000 visitas

Esse blog era feito com amor pelo Dungeons & Dragons, que ainda continua, mas só pelas edições que correspondam à isso!

 

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Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos da Ópera de Sydney tem uma capacidade de 2.700 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 8.800 vezes em 2011. Se fosse a sala de concertos, eram precisos 3 concertos egostados para sentar essas pessoas todas.

Clique aqui para ver o relatório completo

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Conituando a Série de Cartoons Épicos da Wizards – Epic Campain # 15 e 16

Neste post, os dois últimos números da série Epic Campain

 

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Comic RPG Cartoons 2

Ólá..hoje continuamos a série de Comic Cartoons…

 

 

 

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Músicas para RPG – Temas para Dungeons

Hoje na sessão de músicas para suas campanhas apresentamos duas músicas que ajudam na sua imersão dentro das famosas Dungeons.

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As Minas Tirith existem!!! Morro de Saint Michel – lugares para aventuras

A história da Abadia do monte Saint-Michel remonta, crê-se, ao ano 708, quando Aubert, bispo de Avranches, mandou construir no monte Tombe um santuário em honra a São Miguel Arcanjo (Saint-Michel). No século X os monges beneditinos instalaram-se na abadia e uma pequena vila foi-se formando aos seus pés. Durante a Guerra dos Cem Anons, entre França e Inglaterra, o Monte Saint-Michel foi uma fortaleza inexpugnável, resistindo a todas as tentativas inglesas de tomá-la e constituindo-se, assim, em símbolo da identidade nacional francesa. Após a dissolução da ordens religiosas ditadas pela Revolução Francesa de 1789 até 1863 o Monte foi utilizado como prisão. Declarado monumento histórico em 1087, o sítio figura desde 1979 na lista do Patrimônio Mundial da UNESCO.

O monte Saint-Michel (francês Mont Saint-Michel) é um ilhote rochoso na embocadura do Couesnon, no Estado da Mancha, na França, onde foi construído um santuário em homenagem ao arcanjo São Miguel. Seu antigo nome é “monte Saint-Michel em perigo do mar” (Mons Sancti Michaeli in periculo mari).

Este mosteiro, fortificado no séc. XVIII, integra um conjunto com mais três cidades cujas fortificações e desenvolvimento são notáveis: Aigues-Mortes (1270-1276), ponto de reunião dos Cruzados rumo à Terras Santa, Carcassone, célebre por suas defesas, e Avignon, sede alternativa da Cristandade (1309-1377). Estas cidades fortificadas, denominadas “bastides” marcavam a fronteira dos reinos ao final da Idade Média, servindo como elementos de defesa e dando ao povo novas oportunidades sociais. Foram construídas mais de 300 só na França, entre os anos de 1220 e 1350. Além das “bastides”, foram projetadas e construídas em toda a Europa, de Portugal à Polônia, e nomeadamente no sudoeste da França, entre 1136 e 1270 aproximadamente, numerosas “villeneuves” (cidades novas), que muito contribuíram para o nascimento e consolidação de uma classe social burguesa.

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